Ele não tem dúvida: ninguém faz o que ele faz. Ele (e sua equipe) cria, desenvolve, envelopa e vende no mercado projetos proprietários, criados do nada, inéditos, que hoje impactam milhões de pessoas que se interessam por evento ou por esporte, e que são frutos de experiências passadas que o levaram à seguinte conclusão: “trabalhar em projetos corporativos das empresas é um horror porque você vira empregado terceirizado; você vira empresário-empregado, que é o pior cenário do mundo, onde se tem todos os ônus e nem todos os bônus”. Esse conteúdo é apenas para assinantes.